Ride

Ride estreou na Califórnia anteontem e foi liberado hoje no youtube, assim como National Anthem, "Ride" acompanha um monólogo:

“Eu estava no inverno da minha vida – e os homens que encontrei pelo caminho eram meu único verão. De noite eu dormia e tinha visões de mim mesma dançando, rindo e chorando com eles. Três anos consecutivos em uma infinita turnê mundial e minhas memórias deles foram as únicas coisas que me sustentaram, e meus únicos momentos felizes reais. Eu era uma cantora, não muito popular, que tinha o sonho de se tornar uma bela poetisa – mas uma série de eventos desafortunados destruiu esse sonho e o dividiu como um milhão de estrelas no céu noturno, para que eu fizesse pedidos a elas de novo e de novo – brilhantes e destruídas. Mas eu não me importei, porque sabia que ter tudo que você quer e depois perder isso tudo é saber o que a liberdade verdadeiramente é.


Quando as pessoas que eu conhecia descobriram o que eu fazia, como eu vivia – elas me perguntaram porquê. Mas não faz sentindo falar com pessoas que tem um lar, elas não tem ideia de como é procurar segurança em outras pessoas, procurar um lar onde você possa descansar a cabeça.


Sempre fui uma menina incomum, minha mãe me disse que eu tinha alma de camaleão. Nada de uma bússola moral apontando para o norte, nada de personalidade fixa. Apenas uma determinação interna que era tão grande e oscilante quanto o oceano. E se eu dissesse que não planejava as coisas desse jeito, estaria mentindo, porque eu nasci para ser a outra mulher. Eu não pertencia a ninguém – pertencia a todo mundo, não tinha nada – que queria tudo com o fogo de cada experiência e uma obsessão por liberdade que me assustava tanto a ponto de nem conseguir falar sobre isso – e me empurrou para um ponto nômade de loucura que tanto me deslumbrava quanto me deixava tonta.


Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu – e finalmente achei – na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais – exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte.


Viva rápido. Morra jovem. Seja selvagem. E se divirta.


 Eu acredito no que a América costumava ser. Eu acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da estrada. E meu lema é o mesmo de sempre – acredito na gentileza dos estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma, eu ando por aí. Só ando por aí. 

Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais escuras? Você criou uma vida para você mesmo na qual é feliz para experienciá-las? Eu criei. Eu sou louca pra cacete. Mas eu sou livre.”



A loira da foto é irmã da Lana, que aparece em alguns takes do clipe. 

No vídeo Lana aparece se balançando em um pneu no deserto, com 3 homens mais velhos, e cantando em um pequeno teatro com cortinas vermelhas. Como já era de se esperar, ficou incrível. Confira:

3 comentários:

  1. Essa mulher é INCRÍVEL. Me apaixono cada dia mais!

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  2. Eu amei esse clipe, alias adoro tudo que a Lana faz rs

    @littlepistols
    http://mustachesandcats.blogspot.com.br/

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  3. Oiii flor, adorei seu post e seu blog ta lindo =)
    Já estou seguindo!!!

    http://pincelrosapaloma.blogspot.com.br/

    Beijos

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